quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O Remédio e o Ateu


Conta-se que um farmacêutico se dizia ateu e vangloriava-se de seu ateísmo. Deus, com certeza, deveria ser uma dessas fantasias para enganar a pessoas incautas e menos letradas. Talvez alguns mais desesperados que necessitassem de consolo e esperança.

Certa vez uma garotinha adentrou em sua farmácia. Uma criança meiga, entretanto, trazia um semblante preocupado. Estendeu uma receita médica e pediu que a preparasse.

O farmacêutico, embora ateu, era homem sensível e emocionou-se ao verificar o sofrimento daquela pequena, que, enquanto ele se dispunha a preparar a fórmula, assim se expressava:

_Prepare logo, moço, o médico disse que minha mãe precisa com urgência dessa medicação.

Com habilidade, pois era muito bom em seu ofício, o farmacêutico preparou a fórmula, recebeu o pagamento e entregou o embrulho para a menina, que saiu apressada, quase a correr.
Retornou o profissional para as suas prateleiras e preparou-se para recolocar nos seus lugares os vidros dos quais retirara os ingredientes para aviar a receita. E quando se dá conta, estarrecido, que cometera um terrível engano. Em vez de usar uma certa substância medicamentosa, usara a dosagem de um violento veneno, capaz de causar a morte a qualquer pessoa. As pernas bambearam. O coração bateu descompassado. Foi até a rua e olhou. Nem sinal da pequena. Onde procurá-la? O que fazer? De repente, como se fosse tomado de uma força misteriosa, o farmacêutico se indaga:

_E se Deus existir...?

Coloca a mão na fronte e em desespero clama:

_Deus, se existes, me perdoa. Faze com que aconteça alguma coisa, qualquer coisa para que ninguém beba daquela droga que preparei. Salva-me, Deus, de cometer um assassinato involuntário.

Ainda se encontrava em oração, quando alguém aciona a campainha do balcão. Pálido, preocupado, ele vai atender. Era a meiga menina, com os olhos cheios de lágrimas e uns cacos de vidro na mão. 

 
_Moço, pode preparar de novo, por favor? Tropecei, cai e derrubei o vidro. Perdi todo o remédio. Pode fazer de novo, pode?


O farmacêutico se reanima. Prepara novamente a fórmula, com todo cuidado e a entrega, dizendo que não custa nada. Ainda solicitou votos de saúde para a mãe da garota.

Desse dia em diante, o farmacêutico reformulou suas idéias. Decidiu ler e estudar a respeito do que dizia não crer e brincava. Porque embora a sua descrença, Deus que é Pai , atendeu a sua oração e lhe estendeu a Sua misericórdia.
                                         
É muito bom saber que, desde sempre, antes mesmo que o conhecêssemos, Deus já cuidava de nós e sempre quis nos mostrar que para obter-mos esta filiação e a Vida Eterna , seria somente através de JESUS CRISTO , Seu Filho , O Messias , que morreu por nós e venceu a tudo e a todos para que por amor a todos nós fossemos perdoados de nossos pecados e salvos , para estarmos com Ele na Eternidade.

Lembre-se disto sempre que:
 
Jesus Cristo pela plenitude do Espírito Santo  está próximo para ouvir a sua voz , mas se você for filho , Ele estará sempre ao seu lado.

domingo, 27 de novembro de 2011

O Cuidado de Deus

 

Alguns efetivamente proclamam a Cristo por inveja, sem sinceridade... Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei. Fp. 1:15, 17 e 18.


Meu pai nasceu em Minneapolis, Estado de Minnesota, em 1889, mas seus antepassados vieram da Nova Inglaterra. A família Mansell viveu lá por 150 anos. Em 1960, papai e eu decidimos ir ao Estado do Maine e fazer algumas pesquisas relacionadas com nossos ascendentes.
Enquanto mergulhávamos em alguns interessantes materiais de consulta na Prefeitura de Brewer, encontramos um livro que continha várias anotações curiosas. Um pregador (ainda bem que não era um parente ou antepassado) tinha o seguinte comentário ao lado de seu nome: "Ele pregava tão bem no púlpito, que era uma pena quando precisava deixá-lo; mas fora do púlpito vivia tão vergonhosamente, que era uma pena que precisasse voltar a ele outra vez." Nunca me esqueci desse comentário tão contundente. (Mais tarde fiquei sabendo que essas palavras eram uma paráfrase de uma declaração de João Wesley, fundador do metodismo.)




Semear Junto a Todas as Águas

Bem-aventurados vós os que semeais junto a todas as águas. Is. 32:20.
No dia 7 de maio de 1946, Roger Simms, que acabara de dar baixa do exército americano, estava pedindo carona para voltar para casa quando um comerciante dirigindo um Cadillac novo parou no acostamento.

- Vai para Chicago? - perguntou o motorista.
- Até lá, não - respondeu Simms, enquanto entrava no carro. - O senhor mora em Chicago?
- Sim, meu nome é Hanover e sou comerciante em Chicago.

Enquanto viajavam, Roger, um cristão, sentiu-se impressionado a fazer um contato missionário com seu benfeitor, mas deixou para mais tarde. Finalmente, a 30 minutos de seu ponto de destino, não conseguiu mais resistir ao impulso e falou.

- Sr. Hanover, eu gostaria de dizer-lhe algo muito importante. - E apresentou a seu novo amigo, de modo discreto e atraente, a necessidade de uma entrega pessoal a Cristo. Concluiu com um apelo para que o Sr. Hanover recebesse a Cristo como seu Salvador e Senhor.

O Sr. Hanover, que havia falado pouco durante o testemunho de Roger, conduziu o carro até ao acostamento da rodovia e parou. E ali, naquele momento, entregou a vida a Cristo.

- Esta é a coisa mais maravilhosa que já me aconteceu - disse ele, com lágrimas nos olhos.

Poucos quilômetros adiante, o Sr. Hanover deixou Roger em seu destino.

Cinco anos transcorreram. Certo dia, Roger decidiu visitar o homem que lhe havia dado carona. Dirigindo-se à Empresa Hanover, disse que queria ver o proprietário. Em lugar dele, veio a Sra. Hanover.
Quando Roger lhe pediu notícias do esposo, soube que o Sr. Hanover havia morrido num acidente automobilístico a poucos quilômetros de casa, no mesmo dia em que Roger o havia conduzido a Cristo. Durante anos a Sra. Hanover tinha orado pela conversão do marido. Que conforto foi, para ela, saber que ele havia aceitado a Cristo antes de morrer! Um cristão deve estar sempre pronto a testemunhar por Jesus. "Prega a palavra" , diz Paulo, "insista, quer seja oportuno, quer não." II Tim. 4:2. Hoje, ao sair para o trabalho e encontrar pessoas, permita que o Espírito Santo lhe mostre maneiras de dar um testemunho cativante em favor de Cristo.





O Sentinela Adormecido

Filho do homem: Eu te dei por atalaia sobre a casa de Israel; da Minha boca ouvirás a palavra, e os avisarás da Minha parte. Ez. 3:17.

É responsabilidade do sentinela permanecer alerta e fazer soar o alarme se vir a aproximação do inimigo. Como a vida de tantos soldados companheiros seus depende de sua vigília, o costumeiro castigo por dormir no posto do dever é a morte diante do pelotão de fuzilamento.

Certa noite, após a batalha de Arcole (15 a 17 de novembro de 1796), Napoleão Bonaparte fez uma ronda por todos os postos de sentinelas do acampamento e viu que um dos atalaias dormia. Retirando cuidadosamente a arma do vigia sem despertá-lo, o general assumiu o dever de sentinela até quase o momento da chegada do substituto.
Perto do fim de seu período de vigília, o soldado acordou. Horrorizado por ver o general cumprindo em seu lugar o dever do qual tinha sido encarregado, e sabendo que a penalidade por dormir no posto do dever era a morte, exclamou:

- Sou um homem perdido!

- Fique sossegado - cochichou Napoleão, devolvendo-lhe a arma. - O segredo fica entre mim e você.

sábado, 26 de novembro de 2011

II Cor. 12:10

Pelo que sinto prazer nas fraquezas. ... Porque quando sou fraco, então é que sou forte. II Cor. 12:10.


Certa vez numa noite fria de 5 de fevereiro de 1945, cerca de 468 prisioneiros, bem como uns 800 sobreviventes de Bataan e Corregidor, foram evacuados da prisão de Bilibid para a fábrica de calçados de Ang Tibay, nos arredores de Manila. A batalha pela libertação da cidade das mãos dos japoneses prosseguia; a cidade estava em chamas e o fogo crepitava inexoravelmente na direção do alojamento daqueles pisioneiros.

Sentados no chão, no escuro, em Ang Tibay, havia alguns dos sobreviventes da Marcha da Morte. Então foi dividido em vários grupos os prisioneiros durante um mês, certo grupo permaneceu separado por uma parede de 4,5 metros; Ambos começaram a se interagir pela primeira vez. Ficaram sabendo que muitos dos companheiros daquele grupo haviam sido enviados de navio para o Japão, como trabalhadores escravos; o último barco lotado havia saído de Manila em meados de dezembro, e aquela embarcação tinha sido torpedeada por um submarino americano. Todos a bordo morreram.

Entre o grupo, naquela noite, estava um soldado que tinha sido designado para ir naquele navio, mas por causa de uma debilidade física ficara para trás. O homem que narrava o fato por detrás da parede, transmitia com lágrimas na voz, ele contou que sua vida tinha sido poupada por causa de sua deficiência física. Aparentemente, havia sido considerado incapaz para o trabalho escravo.

Todos que já tenham olhado cuidadosamente as fotos do Presidente Theodore Roosevelt, sabem que ele era míope. Durante sua campanha presidencial de 1912, ele foi atingido pelo disparo de um maníaco chamado Schrenk, mas sobreviveu à tentativa de assassinato. O médico que o examinou após o incidente disse-lhe que sua vida tinha sido poupada por um par de óculos com armação de aço que ele havia guardado no bolso do paletó.

"Não é estranho?" comentou Roosevelt. "Sempre achei um incômodo usar óculos por causa da miopia, e agora meu par de óculos de reserva, guardado no bolso, acabou por salvar-me a vida."

Talvez não entendamos neste mundo por que Deus nos permite sofrer vários tipos de aflições. Mas em alguns casos podemos ter a certeza de que Ele as permite porque sabe que, assim como Paulo, somos espiritualmente mais fortes quando estamos fisicamente fracos.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

"VOCÊ TEM VALOR!" O Espírito Santo se move em vocêêê... você tem o valor...

 
Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara sobre seus ombros. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe; o pote rachado chegava apenas pela metade. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.
Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço.
 
- Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas.
- "Por quê?" Perguntou o homem.
- De que você está envergonhado?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços; disse o pote.
 
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
 
- Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.
 
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou as flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.
Disse o homem ao pote:
 
- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado. Eu ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. E lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher estas lindas flores para ornamentar a mesa de meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa.
 
Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar estes nossos defeitos para embelezar a mesa de seu Pai. Na grandiosa economia de Deus, nada se perde.
Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos. Se os reconhecermos, eles poderão ser transformados por Deus para causar beleza. Nas nossas fraquezas o Senhor diz que seremos fortes , portanto vamos deixá-Lo agir com liberdade em nossas vidas para sermos sim transformados a Sua REAL imagem e semelhança.
Forte abraço... geração Eleita! 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Lições de Vida


Um frágil e velho homem foi viver com seu filho, nora, e o seu neto mais velho de quatro anos. As mãos do velho homem tremiam, e a vista era embaralhada, e o seu passo era hesitante.
A família comeu junto à mesa. Mas as mãos trêmulas do avô ancião e sua visão falhando, tornou difícil o ato de comer. Ervilhas rolaram da colher dele sobre o chão. Quando ele pegou seu copo, o leite derramou na toalha da mesa. A bagunça irritou fortemente seu filho e nora:

_Nós temos que fazer algo sobre o Vovô. Disse o filho.
_Já tivemos bastante do seu leite derramado, ouvindo-o comer ruidosamente, e muita de sua comida no chão.

Assim o marido e esposa prepararam uma mesa pequena no canto da sala.
Lá , Vovô comia sozinho enquanto o resto da família desfrutava do jantar.
Desde que o Avô tinha quebrado um ou dois pratos, a comida dele foi servida em uma tigela de madeira. Quando a família olhava de relance na direção do Vovô, às vezes percebiam nele uma lágrima em seu olho por estar só.
Ainda assim, as únicas palavras que o casal tinha para ele eram advertências acentuadas quando ele derrubava um garfo ou derramava comida.
O neto mais velho de quatro anos assistiu tudo em silêncio. Uma noite antes da ceia, o pai notou que seu filho estava brincando no chão com sucatas de madeira. Ele perguntou docemente para a criança:

_O que você está fazendo? Da mesma maneira dócil , o menino respondeu:
_Oh, eu estou fabricando uma pequena tigela para Você e Mamãe comerem sua comida quando eu crescer. O neto mais velho de quatro anos sorriu e voltou a trabalhar.

As palavras do menino golpearam os pais que ficaram mudos. Então lágrimas começaram a fluir em seus rostos. Entretanto nenhuma palavra foi falada, ambos souberam o que devia ser feito. Aquela noite o marido pegou a mão do Vovô e com suavidade o conduziu para a mesa familiar.
Para o resto de seus dias de vida ele comeu sempre com a família. E por alguma razão, nem marido nem esposa pareciam se preocupar mais quando um garfo era derrubado, ou leite derramado, ou que a toalha da mesa tinha sujado.
As crianças são notavelmente perceptivas. Os olhos delas sempre observam, suas orelhas sempre escutam, e suas mentes sempre processam as mensagens que elas absorvem. Se elas nos vêem pacientemente providenciar uma atmosfera feliz em nossa casa, para nossos familiares, eles imitarão aquela atitude para o resto de suas vidas.
O pai sábio percebe isso diariamente, que o alicerce está sendo construído para o futuro da criança.
Veja o que está escrito em Êxodo 20:12:
"Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O Coelho, o Cão e o Perfume


Eram dois vizinhos. O primeiro vizinho comprou um coelhinho para os filhos. Os filhos do outro vizinho pediram um bicho para o pai. O homem comprou um pastor alemão.
Papo de vizinho:- Mas ele vai comer o meu coelho.
- De jeito nenhum. Imagina. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade. Entendo de bicho. Problema nenhum.

E parece que o dono do cachorro tinha razão. Juntos cresceram e amigos ficaram.
Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes.
Eis que o dono do coelho foi passar o final de semana na praia com a família e o coelho ficou sozinho. Isso na sexta-feira. No domingo, de tardinha, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche, quando entra o pastor alemão na cozinha. Trazia o coelho entre os dentes, todo imundo, arrebentado, sujo de terra e, claro, morto.  Quase mataram o cachorro.
- O vizinho estava certo. E agora?
- E agora eu quero ver!
A primeira providência foi bater no cachorro, escorraçar o animal, para ver se ele aprendia um mínimo de civilidade e boa vizinhança. Claro, só podia dar nisso. Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora? Todos se olhavam. O cachorro chorando lá fora, lambendo as pancadas. - Já pensaram como vão ficar as crianças?
- Cala a boca!
Não se sabe exatamente de quem foi a idéia, mas era infalível. - Vamos dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, depois a gente seca com o secador da sua mãe e colocamos na casinha dele no quintal. Como o coelho não estava muito estraçalhado, assim o fizeram. Até perfume colocaram no falecido. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. E lá foi colocado, com as perninhas cruzadas, como convém a um coelho cardíaco. Umas três horas depois eles ouvem a vizinhança chegar. Notam os gritos das crianças, Descobriram! Não deram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta. Branco, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara é essa?
- O coelho...o coelho....
- O que tem o coelho?
- Morreu!
Todos:- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem..
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi. Antes de a gente viajar as crianças o enterraram no fundo do quintal!
A história termina aqui. O que aconteceu depois não importa. Nem ninguém sabe. Mas o personagem que mais cativa nesta história toda, o protagonista da história, é o cachorro.
Imagine o pobre do cachorro que, desde sexta-feira, procurava em vão pelo amigo de infância, o coelho. Depois de muito farejar descobre o corpo. Morto. Enterrado. O que faz ele? Com o coração partido, desenterra o pobrezinho e vai mostrar para os seus donos. Provavelmente estivesse até chorando, quando começou a levar pancada de tudo quanto era lado.
O cachorro é o herói. O bandido é o dono do cachorro. O ser humano. O homem continua achando que um banho, um secador de cabelos e um perfume disfarçam a hipocrisia, o animal desconfiado que tem dentro dele. Julga os outros pela aparência, mesmo que tenha que deixar esta aparência como melhor lhe convier. Maquiada.
Coitado do cachorro. Coitado do dono do cachorro. Coitados de nós, animais racionais , que muitas vezes não passamos de completos irracionais...
Qual o seu perfume ? Será este simplesmente um véu para a hipocrisia ou é aquele que realmente exala as virtudes de um verdadeiro servo , de um verdadeiro filho , de um(a) verdadeiro(a) Homem ou Mulher de Deus . Procure em oração verificar como Jesus Cristo te vê , se Ele te olha com um sorriso ou com tristeza... de qualquer forma Ele te ama, mas quer que você seja verdadeiro com seu semelhante...
Forte abraço e Deus te abençoe!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

O Conselho e a Forca


Havia um homem muito rico, possuía bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço. Tinha ele um único filho, um único herdeiro que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho, nem de compromissos.
O que ele mais gostava era de fazer festas e estar com seus amigos e de ser por eles bajulado.
Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois, o abandonariam. Aos insistentes conselhos do pai ele não dava a mínima atenção.
Um dia o pai já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e, dentro dele, ele mesmo fez uma forca e, junto a ela, uma placa com os dizeres:

“PARA VOCÊ NUNCA MAIS DESPREZAR AS PALAVRAS DE SEU PAI.”

Mais tarde, chamou o filho e o levou até o celeiro e lhe disse:
_Meu filho, eu já estou velho e, quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu e eu sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo o dinheiro, seus amigos vão se afastar de você e, quando você então não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvido. Foi por isto que eu construí esta forca. Ela é para você e quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela.

O jovem riu, achou um absurdo, mas para não contrariar o pai prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer. O tempo passou, o pai morreu, o filho tomou conta de tudo. Assim como seu pai havia previsto, o jovem gastou tudo, perdeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.
Desesperado e aflito, começou a refletir sobre sua vida e viu que havia sido um tolo. Lembrou-se das palavras de seu pai, começou a chorar e dizer:

-Ah, meu pai….. Se eu tivesse ouvido os seus conselhos… mas agora ? tarde demais.

Pesaroso, o jovem levantou os olhos e, longe, avistou o pequeno e velho celeiro. Era a única coisa que lhe restava. A passos lentos, se dirigiu até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e pensou:

- Eu nunca segui as palavras do meu pai. Vou cumprir a minha promessa. Não me resta mais nada… Então, ele subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço e pensou:

- Ah, se eu tivesse uma nova chance.

Então se jogou do alto dos degraus e, por um instante, sentiu a corda apertar a sua garganta. Era o fim…Mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente. O rapaz caiu e, sobre ele caíram jóias, ouro, prata, esmeraldas, pérolas, rubis, safiras e brilhantes – a forca estava cheia de pedras preciosas – e caiu também um bilhete:


- “Esta é sua nova chance. Eu te amo. Com amor. Seu velho e já saudoso pai.”

“DEUS É ASSIM CONOSCO. ELE SEMPRE NOS DÁ UMA NOVA CHANCE.”

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Asas de Deus



Nesta manhã recebi esta mensagem em meu e-mail, fiquei emocionado pela grandeza de uma história “real”... então fiz questão de publicá-la aqui no blog. Segue a mensagem do e-mail:
Depois de um incêndio florestal no Parque Nacional de Yellowstone, guardas florestais começaram a sua caminhada até uma montanha para avaliar os danos do inferno e um colaborador chamado Umranger encontrou um pássaro literalmente petrificado em cinzas, empoleirado statuesquely no chão da base de uma árvore. Um pouco enojado com a visão misteriosa, ele derrubou o pássaro da árvore. Quando ele bateu nela delicadamente, três filhotes minúsculos correram sob as asas de sua mãe morta. A mãe amorosa, em plena consciência do desastre eminente, tinha levado seus filhos para a base da árvore e reuniu-os debaixo das asas, instintivamente sabendo que a fumaça tóxica subiria. Ela poderia ter voado para a segurança, mas se recusou a abandonar seus bebês. Em seguida, o incêndio chegou e o calor tinha queimado seu corpo pequeno, a mãe havia permanecido firme... porque ela tinha se disposto a morrer, pois sabia instintivamente que aqueles pequeninos sob a cobertura de suas asas viveriam.
“Ele te cobrirá com suas penas, e debaixo de suas asas VOCÊ encontrará refúgio”. Salmos 91.4.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A Tesoura e a Agulha


Desde pequena, a moça se acostumara a conviver com tecidos, tesouras, agulhas e linhas de diversos padrões e cores. Sua mãe, exímia costureira, sustentava toda a família com muito trabalho e honestidade.

A moça casara com um frio empresário que gastava as energias com os negócios e dava muita importância ao que ela nem sempre julgava essencial.

Já estava acostumada a ver o marido cortar os passeios com os filhos por um almoço de negócios, já não agüentava ouvir o marido falar em cortes, mudanças precipitadas... Isso sem falar nas inúmeras vezes que foi cortada ao tentar argumentar, discutir os problemas do cotidiano...

Numa rara noite em que todos estavam em casa, a caçula começou a implicar com o irmão. O pai, sempre ocupado, não suportava o barulho e sem querer ouvir ou entender a situação mandou as duas crianças para o quarto, sem conversa.

A mulher simplesmente pegou sua caixinha de costura com alguns retalhos e chamou o marido:
- Agora não, meu bem!
- Agora sim, querido!

O homem percebendo que não tinha escolha, sentou-se e ficou olhando os retalhos, a agulha, a tesoura, carretéis de linha sem nada compreender.
- Meu bem, para que serve a tesoura? - perguntou brandamente a mulher.
- Para cortar, aparar...
- E a agulha?
- Para costurar, ora!
- Você consegue fazer uma colcha de retalhos só cortando?
- Na verdade não faria de jeito nenhum - não sei costurar, lembra?
- Não estou brincando! Você já viu ou soube de alguma costureira que costura sem linha e agulha, só com tesoura?
- Claro que não, meu amor.
- Minha mãe me falou um dia, quando meu pai nos deixou, que nossa família era como uma colcha de retalhos. Cada um de nós era um retalho colorido. Para que nossa colcha fique sempre bonita precisamos usar a agulha e as linhas.

- E daí?

- Daí que você só sabe usar a tesoura. Corta nossos momentos de lazer, corta a minha palavra, corta o diálogo com as crianças. Você só separa, separa...

- Eu?

- Sim. Aprenda a unir nossa família. Aprenda a unir o seu trabalho à nossa família, unir os seus amigos aos meus... Qualquer dia você perceberá o quanto nos cortou de sua vida e talvez seja tarde.

O marido nada disse - sinal de que ia pensar, refletir. Mudanças demandam tempo.

- Não vou mais falar sobre isso. Só quero que você pense, tá? Estou no quarto das crianças. Vou costurá-las porque não quero dois retalhos tão importantes de minha vida separados. Boa noite!

- Boa noite.

Dali a meia hora o marido entrou no quarto em que brincavam as crianças, enquanto a mulher costurava uma bonita colcha de retalhos. A cena enterneceu o homem e o fez juntar-se aos três. Abraçou-os e os levou para jantar. 

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ecos da Vida


Um filho e um pai caminhavam pela montanha
De repente , o menino cai , se machuca e grita :
- Ai !!!
Para sua surpresa , escuta sua voz se repetindo em algum lugar da montanha :
- Ai !!!
Curioso o menino pergunta :
- Quem é você ?
E recebe como resposta :
- Quem é você ?
Contrariado grita :
- Seu covarde !
E escuta como resposta :
- Seu covarde !
O menino olha para o pai e pergunta , aflito :
- O que é isso ?
O pai sorri e fala :
- Meu filho , preste atenção .
Então o pai grita em direção à montanha :
 - Eu admiro você !
A voz responde :
- Eu admiro você !
De novo o homem grita :
- Você é um campeão !
A voz responde :
- Você é um campeão !
E o seu pai explica :
- As pessoas chamam isso ECO , mas , na verdade , isso é a VIDA .
A VIDA lhe dá de volta tudo o que você DIZ , tudo que você DESEJA DE BEM E DE MAU AOS OUTROS , a VIDA lhe devolverá toda a BLASFÊMIA , INVEJA , INCOMPREENSÃO , FALTA DE HONESTIDADE que você desejou , praguejou às pessoas que lhe cercam como por exemplo o que muitos pais dizem à seus filhos VOCÊ NÃO VAI SER NADA NESTA VIDA , o poder da palavra de um pai sobre um filho é muito grande e repare à sua volta , muitos fazem isto.
NOSSA VIDA é simplesmente o REFLEXO das nossas ações .
Se você quer mais AMOR , COMPREENSÃO , SUCESSO , HARMONIA , FELICIDADE , crie mais AMOR , COMPREENSÃO , HARMONIA , no seu coração .
Se agir assim , a VIDA lhe dará FELICIDADE , SUCESSO , AMOR das pessoas que lhe cercam .
REFLITA e melhore sua vida enquanto há tempo , crie bons Ecos em sua vida e fale somente palavras que tragam Vida e não morte.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Atenção Amigos!!!


Olá queridos amigos e irmãos, a Paz de Cristo Jesus! Desejo a todos um começo de semana gloriosa... que o Senhor Jesus possa conceder os desejos do seu coração. Tente entender essa palavra profética:

"É do nada, fora da lógica humana, que Deus mais surpreende aqueles que O seguem." Frase do livro "FÁBRICA DE MILAGRES"

Gostaria que hoje você visitasse a página "Fala Sério". Então perceberá porque devemos proclamar o evangelho e fazer com que outras pessoas independente do continente que viva, aprenda a VERDADE QUE LIBERTA, ou seja, A PALAVRA DE DEUS...

domingo, 6 de novembro de 2011

O Sapo Campeão


Era uma vez um grupo de sapinhos que organizou uma competição. O objetivo era alcançar o topo de uma das árvores mais altas da região.

Uma multidão se juntou para ver a corrida e animar os competidores.

A competição começou, mas, sinceramente, ninguém realmente acreditava que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo daquela árvore.

Eles diziam coisas como: "Oh, é DIFÍCIL demais! Eles NUNCA vão chegar ao topo. Eles não tem NENHUMA chance de sucesso. A árvore é MUITO ALTA!"E os sapinhos, ouvindo os comentários, começaram a temer a altura e desistiram, um por um. Só alguns foram um pouco mais alto.

A multidão continuava a comentar: "É muito difícil! Ninguém vai conseguir!"
Por fim, todos desistiram, exceto um, que continuou a subir até o topo. E ganhou o prêmio que estava preparado.

Quando lhe perguntaram como ele conseguiu realizar tal proeza, não obtiveram nenhuma resposta, pois o sapinho campeão... era SURDO!!!

"Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena." Provébios 24.10

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Portas Abertas

Do livro "Histórias para Aquecer o Coração das Mães", de Jack Canfield, Mark Victor Hansen, Jennifer Read Hawthorne e Marci Shimoff. Editora Sextante.

Foi em Glasgow, na Escócia, que esta história se passou.
Uma adolescente fugiu de casa para viver "sua" liberdade, mas logo caiu na realidade da vida. Sem dinheiro para se manter e sem coragem de voltar para casa, acabou por entrar no mundo da prostituição.
Os anos se passaram, mas, apesar da saudade dos pais, ela nunca mais tentou qualquer contato com eles.
Seus pais sempre a procuraram, em vão, porém, desde a morte do seu pai (que ela nem ficou sabendo), sua mãe intensificou as buscas, deixando um cartaz de "Procura-se" em qualquer lugar onde lhe permitissem.

Neste cartaz a mãe havia colocado sua própria foto, escrito embaixo: "Eu ainda amo você. Volte para casa".
Os meses se passaram sem qualquer notícia, até que um dia, numa fila de sopa para pessoas carentes, a moça viu a foto da sua mãe, que apesar de ter  envelhecido bastante, ainda conservava o mesmo olhar que ela guardava em suas lembranças.
Não pode conter a emoção e, naquele dia mesmo, voltou para casa. Era tarde da noite quando chegou. Tímida, ela se aproximou da porta. Ia bater, mas ela se abriu sozinha.
Entrou assustada, apavorada com a idéia de que algum ladrão tivesse invadido a casa e "sabe lá Deus o quê" poderia ter feito.
Correu para o quarto e viu sua mãe dormindo. Acordou-a. Ambas choraram muito. Abraçaram-se.  Reconciliaram-se.
Lembrando-se da porta aberta, a moça disse:
- Puxa, mãe, levei um susto tão grande quando cheguei.

- Por que, minha filha?

- É que a porta da frente estava aberta e eu pensei que algum ladrão tivesse invadido a casa. Você precisa tomar mais cuidado, mãe. Não pode mais esquecer a porta aberta.

- Não meu amor, você não está entendendo. Eu não esqueci a porta aberta. Desde o dia em que você foi embora, esta porta nunca mais foi fechada.
"E, [o filho pródigo] levantando-se, voltou para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou." Lucas 15.20

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O HOMEM E O CARRO


“Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.” (Salmos 139.15,16)

Certo homem, muito tempo atrás, possuía um automóvel modelo Ford, com o qual passeava pelas ruas de sua cidade.

Contentíssimo, o proprietário se admirava sempre dos muitos recursos do novo veículo, entre eles, velocidade e maciez. Certo dia, quando o nosso amigo estava passeando, o carro, subitamente, parou. Em plena avenida, morreu o motor e nada o fazia pegar. De tudo tentou o proprietário. Deu partida várias vezes. Empurrou. Abriu o capô, fechou, tornou a abrir. Pediu ajuda. Mas nada... Não deu nenhum sinal de que iria funcionar. Como podia! Um carro tão bom, parar desse jeito! O homem já estava perdendo a paciência quando um desconhecido solicitou licença para ajudar. Desconsolado, o proprietário consentiu, sem confiar que qualquer coisa pudesse ser feita àquela altura. O estranho, porém, abriu o capô, conectou um fiozinho a uma pequena peça do motor e, com um delicado toque, completou o reparo. Suas mãos nem receberam manchas de graxa, e, dada a partida, estava perfeito o automóvel.

Parece ironia. O mecânico desconhecido se aproximou do proprietário e, mostrando-lhe a carteira de identidade, diante dos olhos curiosos de uma pequena multidão, disse: “Meu nome é Henry Ford. Eu é que fiz estes veículos e compreendo muito bem como funcionam!”.



 
Ninguém conhece melhor uma obra do que seu fabricante.

Melhor do que ninguém, Deus sabe tudo o que há no homem. Ele sabe como cada parte funciona em nós. Por que não irmos, então, em busca da sua orientação, para recebermos o toque que este “veículo” tanto necessita?

Por séculos, os filósofos e sábios têm tentado melhorar o homem, sem resultados, enquanto a Palavra de Deus diz que o Criador, com um único toque, regenera o coração humano e, de uma vez por todas, “faz andar o engenho”. Confiemos nele, portanto, de todo o nosso coração!
“Entrega o teu caminho ao Senhor; confia Nele, e Ele tudo fará.” 
(Salmos 37.5).

 Extraído da Revista Defesa da Fé

terça-feira, 1 de novembro de 2011

SONHO DE SAPATEIRO


Um sapateiro muito piedoso sonhou que Jesus falou com ele: "Amanhã cedo venho tomar café na tua casa, preparas-me um delicioso desjejum".

O homem acordou impressionado com nitidez do sonho e, mesmo contra a sua razão, preparou uma mesa farta, sentou-se, e aguardou.

Lá pelas nove horas alguém bate à porta. Com o coração sobressaltado, ele corre atender, mas, para sua decepção, é apenas uma garotinha. Ela está com cara de faminta, roupa suja e sapatos arrebentados. Na esquina, há mais duas crianças em igual estado, irmãos dela, aguardando algum ato de generosidade do sujeito.

Ele logo se esqueceu do sonho e tratou da realidade, alimentou as crianças, ofereceu-lhes banho, roupa limpa e uns pares de sapatos consertados que alguns clientes abastados nunca vieram buscar.

Naquela noite o sapateiro sonhou novamente com Jesus, e reclamou: "Preparei uma mesa farta para o Senhor, mas não viestes cear comigo.

Jesus, com um belo sorriso, respondeu: "Eu estava presente à tua mesa, quando cuidastes daqueles pequeninos".

"Quem der a beber, ainda que seja um copo de água fria, a um destes pequeninos, por ser este meu discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão."
Mateus 10.42