segunda-feira, 27 de agosto de 2012

SOMOS TEUS SENHOR...

BANDA IDENTIDADE

sexta-feira, 13 de julho de 2012

PASSAPORTE PARA O CÉU

Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum. II Pedro 1:10.
Tempos atrás, um amigo meu entrou distraidamente no avião errado. Só descobriu o engano depois de ter-se ajeitado confortavelmente no assento, quando o avião estava pronto para a decolagem! Por sorte, teve tempo de sair e embarcar no avião em que devia estar.

Em 1984, Michael Lewis, estudante na Califórnia, não teve tanta sorte. Depois de uma visita de três meses à Alemanha, ele estava retornando para sua casa em Oakland, via Los Angeles. Em Los Angeles, quando um funcionário da viação aérea da Nova Zelândia anunciou o embarque para Aukland, Lewis entendeu Oakland e entrou no avião. Depois de já estar voando, Lewis descobriu o equívoco, mas era tarde para o avião retornar. Quando voltou para os Estados Unidos (nada menos que por cortesia da viação aérea da Nova Zelândia!), ele explicou que o problema era que os neo-zelandeses "falavam diferente"...

Nós sorrimos por causa do erro de Lewis. Cometer esse engano é embaraçoso, mas errar no que diz respeito ao nosso destino eterno não é nada engraçado. A Bíblia fala de pessoas que, no dia do juízo, pensarão estar "a bordo" rumo ao Céu, só para descobrir que estão chegando ao lugar errado. Lemos acerca disso em Mateus 25:31-46. Essas pessoas protestarão:
"Senhor, Senhor! porventura, não temos nós profetizado em Teu nome, e em Teu nome não expelimos demônios, e em Teu nome não fizemos muitos milagres? Então [Cristo lhes dirá] explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de Mim, os que praticais a iniquidade." Mateus 7:22 e 23.

Você e eu podemos evitar esse engano trágico, ao confirmar agora mesmo a nossa vocação e eleição. Isso quer dizer verificar o destino e conferir nossa reserva toda vez que o Espírito de Deus nos falar ao coração. É o Espírito Santo que nos convence quando estamos no caminho errado e, apontando o certo, diz:
"Este é o caminho, andai por ele." Isaías 30:21.

...Se você está sentindo o apelo do Espírito Santo ao seu coração agora mesmo, por que não verificar o destino e confirmar a sua reserva, garantindo assim, seu passaporte para o Céu...

domingo, 17 de junho de 2012

Gratidão. Você sabe o que é isto? É mais ou menos assim...

Um dia, quando eu era calouro na escola, vi um garoto de minha sala caminhando para casa depois da aula. Seu nome era Kyle. Parecia que ele estava carregando todos os seus livros. Eu pensei: "Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numa sexta-feira? Ele deve ser mesmo um C.D.F!"
Conforme ia caminhando, vi um grupo de garotos correndo em direção a Kyle. Eles o atropelaram, empurrando-o de forma que ele caiu no chão. Seus óculos voaram e eu os vi aterrissarem na grama há alguns metros de onde ele estava. Meu coração penalizou-se! Corri até o colega, enquanto ele engatinhava procurando por seus óculos. Pude ver uma lágrima em seus olhos. Enquanto eu lhe entregava os óculos, disse: -"Aqueles caras são uns idiotas! Eles realmente deviam arrumar uma vida própria".
Kyle olhou-me nos olhos e disse: "Hei, obrigado!" Havia um grande sorriso em sua face. Era um daqueles sorrisos que realmente mostram gratidão. Eu o ajudei a apanhar seus livros e perguntei onde ele morava. Por coincidência ele morava perto da minha casa, mas não havíamos nos visto antes, porque ele frequentava uma escola particular. Ele se revelou um garoto bem legal. Perguntei se ele queria jogar futebol no sábado comigo e meus amigos. Ele disse que sim. Ficamos juntos por todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Kyle, mais gostava dele.
Chegou à segunda-feira e lá estava o Kyle com aquela quantidade imensa de livros outra vez! Eu o parei e disse:
 -"Meu amigo, você vai ficar realmente musculoso carregando essa pilha de livros assim todos os dias!"
Ele simplesmente riu e me entregou metade dos livros. Nos quatro anos seguintes, Kyle e eu nos tornamos mais amigos, mais unidos. Eu sabia que seríamos sempre amigos, que a distância nunca seria problema. Ele seria médico e eu ia tentar uma bolsa escolar no time de futebol. Kyle era o orador oficial de nossa turma. Ele teve que preparar um discurso de formatura e eu estava super contente por não ser eu quem deveria subir no palanque e discursar. Hoje era um daqueles dias. Eu podia ver o quanto ele estava nervoso sobre o discurso. Então, dei-lhe um tapinha nas costas e disse: -"Ei, garotão, você vai se sair bem!"
Ele olhou para mim com aquele olhar de gratidão, sorriu e disse: -"Valeu!"
Quando ele subiu no oratório, limpou a garganta e começou o discurso:
- "A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que nos ajudaram durante estes anos duros. Seus pais, professores, irmãos, talvez até um treinador, mas principalmente aos seus amigos. Eu estou aqui para lhes dizer que ser um amigo para alguém, é o melhor presente que você pode lhes dar. Vou contar-lhes uma história..."
Eu olhei para o meu amigo sem conseguir acreditar enquanto ele contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos. Ele havia planejado se matar naquele final de semana! Contou a todos como havia esvaziado seu armário na escola, para que sua mãe não tivesse que fazer isso depois que ele morresse e estava levando todas as suas coisas para casa. Ele olhou diretamente nos meus olhos e deu um pequeno sorriso.
-"Felizmente, meu amigo me salvou de fazer algo inominável!"
Eu observava o nó na garganta de todos na platéia enquanto aquele rapaz popular contava a todos sobre aquele seu momento de fraqueza. Vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com a mesma gratidão. Até aquele momento eu jamais havia me dado conta da profundidade do sorriso que ele me deu naquele dia. Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior. Pense nisso...
Veja o que está escrito em provérbios 17.17 "Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão."

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Ajuda em Oração

Regis Danese faz jejum pela filha


O cantor Regis Danese está fazendo um período de jejum e oração de 21 dias, com referência ao jejum de Daniel da Bíblia, para a cura completa de sua filha Brenda que se encontra atualmente na UTI de um hospital em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Uma das assessoras do cantor, Luciana Dias, informou ao The Christian Post que Brenda teve uma piora em seu estado de segunda-feira para hoje e os médicos a estão preparando para transferí-la ao hospital Sírio Libanês em São Paulo, capital.
Regis confia que Deus “colocou os médicos aqui na terra” para fazer um bom trabalho no tratamento de sua filha. Mas ainda assim, ele iniciou nesta terça-feira uma campanha de oração e jejum, pedindo aos seus companheiros fiéis nas redes sociais que participem também para ajudar a Brenda.
Danese tem a esperança de que sua filha receba completa cura, um verdadeiro milagre que livrará Brenda dessa doença. Segundo a assessora, Kelly, a mãe de Brenda é uma mulher forte e de oração e tem passado todo o tempo com ela, ficando muitas vezes sem comer. Seu filho, Brunno, está também em constante oração.
Os médicos já fizeram exames em Brenda para saber da possibilidade de uma transferência. No momento Regis está se reunindo com a junta médica, onde será confirmado os resultados dos exames e a possível transferência de Brenda para o hospital Sírio Libanês.
Fonte: Christian Post

quinta-feira, 24 de maio de 2012

O MOTORISTA


Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi. Era uma vida de cowboy própria para alguém que não deseja ter patrão. O que eu não percebi é que aquela vida era também um ministério. Em face de eu dirigir no turno da noite, meu táxi tornou-se um repositório de reminiscências ambulante, às vezes um confessionário. Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anônimas, e contavam episódios de suas vidas – suas alegrias e suas tristezas. Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar. Nenhuma me tocou mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite. Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolinhos, de quatro andares, em uma rua tranquila de um subúrbio da cidade. Eu imaginara que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um turno da madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade. Quando eu cheguei às 02:30 da madrugada, o prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo. Nessas circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado umas duas ou três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora. Mas eu tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis, como o único meio de transporte a tal hora. A não ser que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre ia até a porta. - "Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda”, eu pensei. Assim fui até a porta e bati. - "Um minuto", respondeu uma voz delicada e idosa.

 Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão. Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se. Uma octogenária pequenina apareceu. Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que mais parecia uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40. Ao seu lado havia uma pequena bolsa de nylon. O apartamento parecia estar desabitado há muito tempo. Toda a mobília estava coberta por lençóis. Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis. Num canto jazia uma caixa com fotografias e vidros. - "O senhor poderia por a minha mala no carro?", ela pediu. Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, ela ficou agradecendo minha ajuda. - "Não é nada. Eu apenas procuro tratar meus passageiros do jeito que gostaria que tratassem minha mãe", - "Oh! Você é um bom rapaz!" Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu:- "O senhor poderia ir pelo centro da cidade?" - "Não é o trajeto mais curto", alertei-a prontamente. - "Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos". Eu olhei pelo retrovisor. Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando. - "Eu não tenho mais família", continuou. "O médico diz que tenho pouco tempo". Eu disfarçadamente desliguei o taxímetro e perguntei: - "Qual o caminho que a Sra. deseja que eu tome?" Nas duas horas seguintes nós dirigimos pela cidade. Ela mostrou-me o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado com ascensorista. Nós passamos pelas cercanias em que ela e o esposo tinham vivido como recém-casados. Ela pediu-me que passasse em frente a um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela frequentara quando mocinha. De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina - ficava então com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada. Quando os primeiros raios de sol surgiram no horizonte, ela disse de repente: - "Eu estou cansada. Vamos agora!" Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado. Chegamos a um prédio baixo, lúgubre, como uma pequena casa de repouso. A via de entrada passava sob um pórtico. Dois atendentes caminharam até o táxi, assim que ele parou. Eram muito amáveis e atentos e observavam todos os movimentos dela. Eles deviam estar esperando-a. Eu abri a mala do carro e levei a pequena bolsa de nylon para a porta. A senhora já estava sentada em uma cadeira de rodas. - "Quanto lhe devo?", ela perguntou, pegando a bolsa. - "Nada", respondi. - "Você tem que ganhar a vida, meu jovem" - "Há outros passageiros", respondi. Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente. - "Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria. Obrigada". 

Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada. Atrás de mim uma porta foi fechada. Era o som do término de uma vida. Naquele dia não peguei mais passageiros. Dirigi sem rumo, perdido nos meus pensamentos. Mal podia falar. Se a velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado e raivoso, ou algum que estivesse ansioso para terminar seu turno? E se houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez e ido embora? Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida. Nós estamos condicionados apensar que nossas vidas giram em torno de grandes momentos. Todavia, os grandes momentos frequentemente nos pegam desprevenidos e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância. 
AS PESSOAS PODEM NÃO LEMBRAR EXATAMENTE O QUE VOCÊ FEZ, OU O QUE VOCÊ DISSE, MAS ELAS SEMPRE LEMBRARÃO COMO VOCÊ AS FEZ SENTIR. 
E a vida é apenas um sopro... e quando o fim chega só nos resta contar com gente de verdade, sem interesses alheios.
"Caridade e amor faz parte da Obra do Senhor..."